Uma frase a cada dia

Uma frase a cada dia

[Uns trinta dias de novas atitudes, fazer diferente, colher amuletos, sensações, percepções, poesia, ideias, atitudes renovadas, em uma frase, propósito de Desvício de pensamento, reerguer-se, evoluir. Descobrir coisas novas a fazer – sem dinheiro algum. Não use pretérito. Abstrações e Experiências. Coisas para ajudar-se e libertar-se dos pensamentos repetitivos. Melhorar o pensamento (equacionar como time sharing).] Em Jun a jul 2017.

[28] Mãos arrumaram os gravetos do ninho no canto alto da árvore, antes da chuva que se desenha.

[29] Pedras aquecidas na vertebral. Meditar. Correr no lago cantando Rosa Sangue (Amor electro). Respirar 6×3 batimentos. Correr expirando forte e gemido ‘o passado’. Deitar sob a árvore e fazer relaxamento. Beijar esquecendo absolutamente de tudo, sentindo só o físico. Mude de trajeto. Use improvisar algo para sua melhor hora do dia (9h) – amanhã.

[30] Café de coador de pano e pão de minuto, xícaras de filete azul e dourado, levantar mais cedo e um banho morno. Ilusões. A noite entrega do corpo, sem pensar e sem sentir, foco no prazer. Na real:- arquivo F, uma transa, acordar comum, a faxina, vazio, infecção curou? O de sempre, roupas lavadas no varal. Memória olfativa: água de barba nívea.

[1] Ideias precisam concretude. Café de coador na porcelana [ok]. O enfrentamento dos seus próprios bloqueios fortalece entusiasmos diante das coisas e descobertas, as melhores são sutis e próximas. Consigo o que é permissivo. Coloco a energia do amor nas coisas e essas partículas vão ao vento. No fim me rendo ao pensamento, ele me vence, eu me derroto. Faça amor de novo. Memória olfativa: Pó de café Pilão.

[2] Não piore nada. As andorinhas voltam sempre! Flor de mato. Braciola. Geleia de Banana. O que fará para estancar as crises? Cuide bem do Henrique. Chá às seis com as reminiscências de coisas boas. Manter-se ativa. Ciambella de limão! Massagem e bons momentos duramente cultivados. Memória Olfativa: Casca de limão.

[3] Viva o que é possível. Justamente quando se tem direito de dar um passo, descobre que não tem sapato para trilhar esse caminho. Aguente o soco e resigne-se à sua realidade. Deságue. Faça contraproposta sem lamentar. Não perca a fé! Elimine palavras amargas e sinta – Percepção e feche os olhos e dê um passo à Intuição.

[4] Percepções estranhas na insônia. O dia está aqui a me receber de braços! Gratidão. A tudo e ao amor que sinto. As palavras farão e será eterno, alento, benção aos perdidos e as loucuras se disfarçam em nuvens. Gratidão ao irmão de coração e toque da sua mão. Espero as palavras de amor de eternidade. Gratidão ao meu próprio mundo a suportar minhas dores | Idiotice do dia: Alguém ao banheiro não se diz mais ter ido passar um fax, mas Fazer uma Impressão 3D. kkkkk |Caminhe 6,5 km até casa| Prepara um banho de imersão para Esposo. Memória Olfativa: espuma azul.

[5] Espelha o lago ao sabor do vento frio das páginas de Lorca, em seu mundo penso no desvicio e significados. Alongamento e leitura às 9H no parque. Pensar em outras pessoas e coisas. Conhecer. As andorinhas dançam fitas em mim. Almoce água, dois copos, fatie em gotas, mastigue cada sede nelas, você vaga pelo deserto. E a maçã contida no lábio inferior tem um gosto doce e ácido. Cheira flor.

[6] Flores de mato à mamãe. Um gato cinza do cemitério acarinha minha mão. Aprender a cantar HeidenRöslein. ‘…Sigo com tão poucas letras, restrita na montanha galgando entre plantas e batimento forte com braços de abraçar vento e estilhaço, e olho acima, procurando, entre minhas buscas, vestida dos pequenos panos que tirou de si a me dar, em vida, em apenas significados que tomo nas mãos e me calço deles para continuar andando‘. Um vidro de geleia banana feito por mim para sua sogra, ela ficou tão contente, olha que bom! Memória olfativa: geleia de banana.

[7] Se não veste a amizade, não posso reconhecê-la(o) na multidão. Então fecho minha mão guardando-te. Meu bom amigo, generoso, corajoso, despudorado, irrestrito, infalível, aberto, amoroso, sem distinções, eu rogo a ti meu amigo Cristo, de sempre, nas horas mais frias da minha vida, de tantos abandonos, restrições, eu te rogo que se fores o único a me restar, será meu último irmão.

[8] Massagem nas meninas – Memória olfativa: Óleo Frutas Vermelhas. Piada do dia: Ah-há! Pode tirar o focinho da minha cueca! – Para Ártemis no muro focinhando o varal de roupa. Filhos reunidos em alegria para aniversário. Reler ‘Não Consegue’ ao acordar.

[9] Ímpeto que imerge as mãos em águas cristalinas na manhã. Ecoam risadas de nossos jogos e areias do sono conturbado. Strogonoff. O Agora – um vento de amora. Memória olfativa: Creme de leite.

[10] Gesto de amor nas mãos reservado ao acaso. O acaso foi, o meu gesto de amor foi dado ao Sr. que acaba de ficar viúvo.

[11] Mamografia resultado ok. Graças a Deus. | Conscientização da dependência psicológica e suas consequências.

[12] Carinho e Generosidade na caneta. Alegria, nasce Lúcia. Conversa com uma amiga. O dia todo de Bicle. Enfrentamento bloqueios: ida ao supermercado para fazer a compra caber no valor. Que difícil! Escovar o dente, Lavar o cabelo, passar sabonete, pisar no molhado, olfato, se cuidar, coisas tão fáceis e absolutamente difíceis para mim, pqp. Enfrentado. Tem sido dia a dia. Memória olfativa: perfume vermelho (anotar)

[13] Celebrar o entusiasmo por conhecimento e cultura. Não deixar que atitudes vazias, fúteis, banais, críticas, egoístas e narcisistas preencham o dia. A caridade ser uma atitude ampla. Escorregar novamente ao poço, é porque volta a velhos erros, só por aí viu como vai ser seu holocausto interno ao abrir mão e viver esse abortar.

[14] Abrace a Ártemis no jardim. Um esboço no gramado do lago do Major é mais que rabisco, é o tocar imaterial no rosto, estudar seus traços é poder amar por um momento, a dor toma seu coração logo depois, não basta tocar folhas verdes, respirar fundo, sempre volta a dor lancinante da rejeição. Morte lenta que não aguento. Desenhe porque é a única proximidade, faça até gostar do desenho. Crie uma obra abstrata. Coragem e Fé. Memória olfativa: Idylle.

[15]Trabalhar as coisas que não consigo. Um calzoni di cipolla.

[16] Percepção se alarga com tranquilidade.Escrever e desenhar ao ar livre no lago é sensação de liberdade mas os traços e palavras trazem tempero do sentimento, neste dia uma falta, uma sensação de derrota geral. Mas procurei me alimentar do verde, água do lago, vento, folhas e vida.

[17] Tentando realizar reparos.

[18] Não se fez em si mesmo, a não ser um hífen ou átimo ou hiato. Sou uma mesóclise dos fatos. O possível pode ser à caneta e tudo poderá ser passado à limpo um dia, mesmo que não seja por mim. Primeiro capítulo do livro.

[19] Contatar pessoas e resolver pendências.

[20] Crises. E não se consegue desviciar o pensamento. A ilha do lago é solidão calma.

[21] Praça da infância e palavras ao andar pela cidade. Conversa com Henrique. Atenção de amigos e enigmática resposta. Jardim Abandonado.

[22] Depressão. Esforço sobre-humano para fazer tarteletes. Encontro de amigos de viagem a SP, turma do fretado e ótimas conversas. Sinceridade de abraços e dar a realidade do que sou. Memória olfativa: Tartelete de Petit Pois.

[23] Esboço de Fantoche. Textos soltos, tempo de arrumar a escrivaninha. Poema Amor Absoluto – o beijo repousa no seio da face. Tempo para mim sem restrições.

[24] Nenhuma gota d’água me pertence, cada uma é devolvida à terra na feitura do barro e da escultura que sem cura se desintegra em suas próprias rachaduras. Tudo fragmenta. Mas este sangue de uva é renascente. O jardim branco evapora com o ascender da cerração e o jardim vermelho se alastra em lamparinas de alabastro e me dá seu leite e me dá seu torpor.

[25] A vida então escreve com pena e sangue, sobre a derme do escalpo, vivo o escambo do pensamento, e ele vem sobe os degraus da carruagem de marfim, rodas de carro de boi, ostenta um chicote de corda vermelha, açoita quatro cavalos brilhantes de suor, que se põem a trotar acelerado, o ruído invade minha tristeza, o ruído e cheiro de pó, o pedrisco arremessado vira pólvora incandescente emite nuvem piroclástica, caminho na estrada de cumulonimbus, os dentes dos cavalos transpiram garoa alaranjada e o cocheiro vestido de vermelho arremessa a corda que bate e provoca o clarão do rasgar do relâmpago, cicatriz da lua, cicatriz de minha dor. Meus olhos mudam para a cor de esquecer, que furta cor, que furta existir. O sentimento conduz o dia da noite e as horas de amoras. Mordo o sangue e resisto, não quero errar a letra e escrever desisto. Memória olfativa: Ametist.

Amizade seria o acolhimento de um coração. Se dá só a quem a gente confia e gosta a ponto de abrir a porta de sua casa, fazê-lo(a) entrar, se sentar, servir da sua melhor comida, oferecer seu melhor conselho, dar o que você nem tem para si, consolar e ajudar com os recursos que tiver, independentemente da condição em que se encontra, e sempre ter prontidão de acolhimento a qualquer hora. A banalização do que é ser amigo, faz com que as pessoas não sejam leais, não saibam manter a amizade nem cultivar ou cativar.

Resumo Ideias e Autolembretes:

Ar livre – Interesses e motivações – Enfrentar bloqueios e inibições – Meditar – Mudar rotina

Não se culpe – Não afunde em suposições – Fluidez do destino – Transformação – Espírito Livre – Amor com todo seu espectro – Consciência espiritual além tempo.

(…)

Mara Romaro 25/7/2017

De escritor ´para escritor. Viva!

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