Amores impossíveis

(21 maio 2018 15:29 | Only Love – Mumford & Sons )

As pedras que são assentadas
sozinhas pelas mãos alheias
Há um sentimento
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Minha linguagem

Minha linguagem

 

(18 de maio 2018 12:11 até 12:55 Música: Sundreams – Jens Buchert)

 

Sai da língua, mas vem de um som surdo rítmico, de fumaças do espírito, das cores que permeiam meu dia. Eu gosto do sentido obscuro, de ocultar coisas, esconder parte do mapa do tesouro, de omitir pronomes para que confundam-se a primeira e terceira pessoa, detesto artigos, porque só tem masculino ou feminino, falta algo então generalizo, e perverto gramáticas, para expandir os complementos verbais.

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Olho que não vazio

De trás pra frente, um poema de uma imagem poética, inspirado no desenho que se originou da foto de um momento sensível onde eu me encontrava com a origem da inspiração de uma parte do texto, que inspirou livro, o qual foi inspirado em sentimentos e desenhos descritos em sanguine e carvão, cujo este desenho inspirador do poema de hoje feito em sanguine, lápis de manejo difícil para detalhes e rosto, mas com tonalidade especial. O poema ainda não será divulgado.

Ida à adega

Vinha de um momento nostálgico, sabor honesto e franco e de um amor intenso. Vinha da cor, vermelha e verde desde seu semear. Vinha da alegria presente , e das memórias. Vinham dos ares da vinícola da minha terra onde brindo, experimento e me inspirava poesias, agora caladas, até mesmo nas canetas tinteiro com a cor rubi. E nesse momento que retorno a pensar um desenho da casa amiga e espírito hospitaleiro, vinha de meu esposo a sugestão de irmos na adega que me inspirou A adega dos vinhos nesse momento em que as páginas que eu quero em cor sanguine ainda se esboçam em preto. Não poderia afogar todas as minhas incongruências, aflições e esperanças. Mas eu poderia brindar a esta garrafa simplesmente honesta. Poderia não?

 

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Por aqui | Pelo Caminho

Por aqui

(17 Abril 2018 10:30 Música: Als Wär’s erst Mal – Unheilig)

Não consigo afirmar, que o movimento da água
é minha mente ou meu coração…
Por aqui, um assopro forte
Eu me integro nesses movimentos
das fitas verdes de palmeira
E o que sinto, exaspera
Um céu limpo, um manto claro
Acomodaria o contraste de pinceladas claras
em corcovados de seus ombros
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A Morte

A Morte

( 10 Abril 2018 22:05 por F.G.Lorca, em referência ao poema Alma Ausente e diário de navegação – Travessia das Cordilheiras de Chumbo)

É pedida uma neve, uma neve
que derreta seu disfarce
Pedida uma mão que
desfaça o laço
antes que a mão negra
tome da minha sombra um pedaço

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