I – Castra Somnium

I – Castra Somnium

|22.08.2008 0:01 h.

Durante a vigília dormente, a porta da casa mágica se entreabre.

Ouço os filhotes dos cães, dezenas que escorregam pelos pés torneados do aparador, ganindo e mordiscando uns aos outros. Trôpegos em suas patas inábeis capotam e tentam arrastar o tapete fortemente preso sob o sofá.

No chão da cozinha há uma lajota branca madreperolada que se aleita, em líquido morno e todos os cachorrinhos se põem a lambiscar, espirrando gotículas de salivas de sorrisos caninos.

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VIII – Tempus Temporis

Por um longo tempo, meus segundos cantavam e iam acordando no átimo que eu fitava a pena a caneta tinteiro, pensando sobre o papel branco.

Branco e Bruma no tiquetaquear.

Agora é alguém que acorda e sorri. Eu perguntava onde era o começo. Ele me respondia: Nascimento.

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