Diário da escrita em 26 de novembro de 2018

Volto ao meu habitáculo [1]dançando entre as fumaças emergentes das tintas, céu possível em quadro sobre minha cabeça, entre os dedos fumando um sabor.

Este tempo que agora celebro com os dias que precedem uma receita doce em transmutação[2], tal momento em um filme polarizado em raios ultravioletas.

Tempo que ontem em início, eu adornava um acamar dilacerante de dor, de dor, de ululante cabo de aço arrebentado, urrei meus horrores, minha vida arrancada, as mãos diluentes em adormecimento anestésico.

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